Home


Segunda-feira, 06.12.04

Pensamento do dia

Sabemos o que somos, mas nunca imaginamos o que podemos ser .”
William Shakespeare

O termo LAN foi extraído de Local Area Network , que quer dizer rede local (loja ou local de entretenimento).

O conceito de LAN HOUSE foi introduzido e difundido na Coréia em 1996, chegando ao Brasil em 1998.

Traduzindo para o português pode ser “casa de jogos para computador”.

 
Colaboração: Iracema Dantas

 

CLIPPING

Veja os destaques de hoje:

1. Natal na Praça
2. Criança Brincando o Natal
3. OVG na Feira da Solidariedade
4. Marconi e Valéria Perillo em evento social
5. Dia Internacional do Voluntariado
6. Restaurante Cidadão
7. Inscrições ao ProUni começam hoje
8. Crer
9. Falta de comida afeta 47 milhões
10. Deficientes querem voz ativa

____________________________

 

Jornal Diário da Manhã, Capa - 04.12.04

OVG distribui 1 milhão de brinquedos

 

 

Governo de Goiás lançou ontem à noite o projeto Natal na Praça; OVG começou a distribuição de 1 milhão de brinquedos a todos os municípios goianos

 

___ ___________________________

Jornal Diário da Manhã, Editoria de Cidades - 04.12.04

Solidariedade
Natal para todos

 

Praça Cívica abriga casa do Papai Noel e barracas em projeto

conduzido pela OVG

 

clique para fechar

Governador em exercício Alcides Rodrigues entrega ao Papai Noel a chave da cidade: projeto Natal na Praça vai até o dia 26 de dezembro (foto: Nilo Bueno)

 

Da Redação


O vice-governador Alcides Rodrigues abriu ontem à noite o projeto Natal na Praça. Acompanhado de autoridades, dentre elas o coordenador-geral da Organização das Voluntárias de Goiás, Alberane de Sousa Marques, anunciou a distribuição de um milhão de brinquedos por parte da OVG em todos os 246 municípios do Estado - trata-se do projeto Crianças Brincando o Natal.


Segundo explicou Alberane, a distribuição de um milhão de brinquedos será feita pela presidente da OVG, Valéria Perillo, e por secretários de Estado, em parceria com prefeituras e associações de moradores, entre os dias 11 e 19 próximos.


A OVG começou ontem a distribuição. Cada localidade agendará uma data para distribuição dos brinquedos às crianças, até o dia 19, com oferecimento de lanches, brincadeiras e shows. Em Goiânia, a entrega dos brinquedos às crianças carentes será no dia 19 de dezembro, com show do cantor Felipe Dylon.


Já a Aldeia do Papai Noel, que compõe o projeto Natal na Praça, funcionará das 19 às 22 horas até o dia 26 de dezembro na Praça Cívica. A expectativa para este ano é de receber cerca de 7 mil pessoas por dia.


Além da casa do Papai Noel, visitantes poderão conferir a atuação do grupo Anjos Simulacro II, todos os dias, às 20 horas. O grupo, composto por 20 atores vestidos de anjos, fará performance de mímica, como esculturas vivas. A Cantata do Coral Gustav Ritter acontecerá todas as sextas-feiras.

 

Obras sociais em mostra

 

clique para fechar

Palácio das Esmeraldas enfeitado para as comemorações natalinas (foto: Nilo Bueno)

 

 

Do dia 8 ao dia 12 próximos será realizado no Centro de Cultura e Convenções de Goiânia, a Feira da Solidariedade de Goiânia.


Segundo adiantou Alberane de Souza Marques, a OVG vai participar do evento com um grande estande, em que vai mostrar para o público os diversos programas sociais desenvolvidos pela entidade.


O coordenador da OVG disse que no estande serão vendidos produtos artesanais produzidos pelas pessoas da Vila Vida, das Oficinas Educacionais Comunitárias, Centro Social Dona Gercina e da unidade de produção da OVG, onde são produzidas as cadeiras de rodas, fraldas descartáveis e outros produtos.


O dinheiro arrecadado com a venda dos produtos durante o evento será revertido para esses projetos sociais, coordenados pela OVG.

 

______________________________

Jornal O Popular, Editoria de Cidades - 04.12.04

Praça enfeitada para o Natal


Foto: Mantovani Fernandes

Mesmo com a solenidade prejudicada pela chuva, o projeto Natal na Praça, da Organização das Voluntárias de Goiás (OVG), foi aberto ontem à noite na Praça Cívica, pelo governador em exercício, Alcides Rodrigues, e pelo coordenador da OVG, Alberane Sousa Marques. Com o mal tempo, o Coral Gustav Ritter não se apresentou na marquise do Palácio das Esmeraldas, como ocorre todos os anos. Num gesto que simbolizou o início dos festejos natalinos, Alcides Rodrigues entregou a chave do Estado ao Papai Noel. A Aldeia do Papai Noel, imitando montanhas de neve, foi armada na praça, abrigando a casinha do Papai Noel, presépio e bancas de alimentação. O local estará aberto ao público das 19 às 22 horas, até o dia 26 deste mês. No dia 19, a partir das 8 horas, haverá entrega de brinquedos às crianças da Grande Goiânia e show com o cantor Felipe Dylon. Também em todo o Estado serão distribuídos cerca de 1 milhão de brinquedos. Este ano, a iluminação de Natal na Praça Cívica utiliza 3,5 mil metros de mangueiras iluminadas e 36 mil metros de fiação com microlâmpadas.

______________________________

Jornal Opção, Coluna Poderes - 05 a 11.12.04

Natal na praça

Até o dia 26 de dezembro, das 19 às 22 horas, funciona na Praça Cívica a Aldeia do Papai Noel, com visitação à casinha do Papai Noel e as oito casas que formam a tenda da alimentação.

Toda decorada com 3,5 mil metros de mangueira iluminada e 36 mil metros de microlâmpadas, o Natal na Praça nesta sua sexta edição tem presépio elaborado com tecido pelo arquiteto Alessandro Gemus, com as personagens Maria, José, Jesus e o Anjo, e — novidade deste ano — uma árvore de 4,5 metros formada por 600 vasos de folha fita natural, bico de papagaio, além de 20 atores vestidos de anjo numa performance de mímica, como esculturas vivas.

Como na abertura, feita pelo governador em exercício, Alcides Rodrigues, na sexta-feira, 3, haverá uma apresentação da Cantata do Coral Gustav Ritter, todas as sextas às 20 horas.

Completando a decoração natalina da Praça Cívica, a fachada do Palácio Pedro Ludovico, em frente à rua 84, recebeu enfeites e uma composição gráfica com jogos de luzes que alternam 15 palavras expressando o espírito da paz e solidariedade.

______________________________

Site de Notícias: www.noticiasdegoias.go.gov.br - 06.12.04

Show e brinquedos no Natal da Praça Cívica

No dia 19 de dezembro, domingo, a partir das 8 horas, na Praça Cívica, haverá a entrega de milhares de brinquedos para as crianças da grande Goiânia e um show com o cantor Felipe Dylon. A festa realizada pela Organização das Voluntárias de Goiás, faz parte do projeto Criança Brincando o Natal, que distribui um milhão de brinquedos nos 246 municípios goianos.

A Aldeia do Papai Noel, também na praça, funciona das 19 às 22 horas, todos os dias, até 26 de dezembro, recebendo diariamente entre cinco e 10 mil pessoas. A partir das 20 horas, também na Praça Cívica, os visitantes podem conferir a atuação do grupo Anjos Simulacro II. O grupo, composto por 20 atores vestidos de anjos, apresenta performances de mímica, como esculturas vivas. A Cantata do Coral Gustav Ritter acontece às sextas-feiras, com uma apresentação de 40 minutos.

______________________________

Site de Notícias: www.noticiasdegoias.go.gov.br - 06.12.04

Natal na Praça movimenta a noite goianiense

A Aldeia do Papai Noel, que compõe o projeto Natal na Praça, da Organização das Voluntárias de Goiás (OVG) em parceria com o governo do Estado, funcionará todos os dias, das 19 às 22 horas até o dia 26 de dezembro na Praça Cívica. A expectativa para este ano é de receber cerca de 7 mil pessoas por dia.

Além da casa do Papai Noel, os visitantes poderão conferir a atuação do grupo Anjos Simulacro II, todos os dias a partir das 20 horas. O grupo, composto por 20 atores vestidos de anjos, fará uma performance de mímica, como esculturas vivas. A Cantata do Coral Gustav Ritter acontecerá todas as sextas-feiras com uma apresentação de 40 minutos.

______________________________

Jornal O Popular, Informe Publicitário Goiás Acontece - 05.12.04

______________________________

 

Site de Notícias: www.noticiasdegoias.go.gov.br - 06.12.04

OVG apóia e participa da Feira da Solidariedade

A Organização das Voluntárias de Goiás participará da 1ª Feira da Solidariedade que será realizada de quarta-feira, 8, até domingo, 12, no Centro de Cultura e Convenções de Goiânia. A instituição terá um estande onde serão comercializados produtos artesanais, móveis, peças ornamentais, confeccionados por usuários das unidades da OVG. Os recursos arrecadados beneficiarão os programas sociais das próprias instituições.

O estande da OVG estará aberto das 14 às 22 horas nos dias 8, 9 e 10. Nos dias 11 e 12 funcionará das 10 às 20 horas. Trinta pessoas atuarão em forma de revezamento para atender o público. Cada unidade contará com um profissional para informar sobre os programas e as atividades. O evento que é organizado pela Arquidiocese de Goiânia é uma iniciativa do arcebispo de Goiânia, Dom Washington Cruz, com objetivo de sensibilizar e difundir na sociedade a solidariedade. O projeto conta com amplo apoio da presidente da OVG, Valéria Perillo.

______________________________

Site de Notícias: www.noticiasdegoias.go.gov.br - 06.12.04

Feira da Solidariedade começa na quarta

 

Começa na quarta-feira, 8, a Feira da Solidariedade , no Centro de Convenções de Goiânia. A abertura oficial será às 10h30 horas. No evento, promovido pela Arquidiocese de Goiânia, serão comercializados vários produtos com renda revertida para projetos sociais públicos e privados. A feira contará com mais de 200 expositores e irá até o domingo, 12, com a presença de várias esferas do governo, empresas privadas e organizações não-governamentais, tais como Coca-Cola, Banco do Brasil, Faeg, Fieg, Unimed, Detran, Banco do Povo, OVG, UCG, entre outros.

 

______________________________

Site de Notícias: www.dm.com.br - 06.12.04

OVG participa da Feira da Solidariedade que será realizada a partir de quarta

 

A Organização das Voluntárias de Goiás participará da 1ª Feira da Solidariedade que será realizada de quarta-feira (08), até domingo (12), no Centro de Cultura e Convenções de Goiânia. A instituição terá um estande onde serão comercializados produtos artesanais, móveis, peças ornamentais , confeccionados por usuários das unidades da OVG. Os recursos arrecadados beneficiarão os programas sociais das próprias instituições.


O estande da OVG estará aberto das 14h às 22h nos dias 8, 9 e 10. Nos dias 11 e 12 funcionará das 10h às 20h. Trinta pessoas atuarão em forma de revezamento para atender o público. Cada unidade contará com um profissional para informar sobre os programas e as atividades.


O evento que é organizado pela Arquidiocese de Goiânia é uma iniciativa do arcebispo de Goiânia, Dom Washington Cruz, com objetivo de sensibilizar e difundir na sociedade a solidariedade. O projeto conta com amplo apoio da presidente da OVG, Valéria Perillo.

 

______________________________

Jornal Diário da Manhã, Coluna Daura Sabino - 05.12.04

Cerimônia de casamento


A cerimônia de casamento de Ana Flávia e Danilo, no Oliveira's Place, foi um luxo. A decoração ficou por conta de Maria Alice Crispim. O cerimonial foi assinado por Ruth de Paula e a mesa de doces por Rosa Alzira. A noiva é filha de Carmerindo Rodrigues Rabêlo e de Gilce Galdino Rabêlo. O noivo é filho de Mário Reis e Gracinha Siqueira Reis. Não faltou animação entre os convidados que dançaram ao som dos DJ's Luciano e Rodrigo. O governador Marconi Perillo e sua Valéria compareceram à festa.

 

clique para fechar

O governador Marconi Perillo com sua encantadora Valéria

______________________________

Jornal Diário da Manhã, Editoria de Cidades - 05.12.04

Solidariedade
Com uma ajudinha

 

No Dia do Voluntário, mulheres são maioria na prática da boa ação em Goiás

 

clique para fechar

Você ajuda e passa o que sabe, mas também recebe muito em troca. São vivências que se somam de forma igualitária, diz Cristina Gomes, voluntária na Apae

 

 

Victor Hugo Lopes


O seu calendário pode até não informar, mas hoje comemora-se o dia internacional dos voluntários. São aquelas pessoas obstinadas que entregam tempo e dedicação para auxiliar alguém que talvez nunca tenham visto na vida. E, nessa ocasião especial, acontecem algumas surpresas: quase 80% ainda são mulheres e Goiás avança significativamente em termos de números positivos. Mérito do trabalho realizado pela Organização das Voluntários de Goiás (OVG).


A fascinante oportunidade de troca de experiências ao auxiliar o próximo encanta a estudante de Psicologia Cristina Gomes Paim, 23. Após fazer um curso de preparação no Centro Goiano de Voluntário, da OVG, ela se interessou pelo assunto e aguarda a oportunidade de trabalhar numa vaga da Apae (instituição filantrópica que cuida de pessoas com necessidades especiais).


Cristina conta que procurava inicialmente uma vaga para aplicar de maneira prática seus conhecimentos de Psicologia. Quando soube do voluntariado, fez sua inscrição e o curso. Hoje, aguarda a vaga. A estudante afirma que um dos grandes méritos do trabalho é o duplo fluxo de conhecimentos. “Você ajuda e passa o que sabe, mas também recebe muito em troca. São vivências que se somam de forma igualitária”.


A opção pela Apae, de acordo com a jovem, está na possibilidade de interagir com pessoas especiais e atestar com seu testemunho que não há motivo para preconceitos. Cristina avalia que existe uma idéia errada generalizada de que portadores de deficiência não são capazes de fazer o mesmo que uma pessoa normal. “Eles são sensíveis e inteligentes. É um equívoco pensar que não conseguem produzir e criar o mesmo que você”.

Uma das grandes barreiras para um maior desenvolvimento do voluntariado é a divulgação, de acordo com a estudante. Cristina diz que as informações sobre como se inscrever em programa para formação de voluntários deveriam estar mais acessíveis e, assim, ampliar o número de voluntários em Goiânia. “Reconheço, no entanto, que também depende da vontade de cada pessoa em correr atrás.”

 

OVG fala em saldo positivo

 

clique para fechar

Nossa função é orientar e formar essas pessoas para prestarem

o melhor serviço possível, diz Alberane Marques, coordenador da OVG

 

O coordenador geral do Centro Goiano de Voluntários (CGV), ligado à OVG, Alberane de Sousa Marques, endossa a afirmação de Cristina. A vontade de auxiliar uma pessoa demanda força de vontade e disponibilidade. Correr atrás é fundamental.


Alberane diz que o trabalho organizado e sistematizado do voluntariado goiano iniciou-se em 2001, via OVG. A meta era possibilitar o encaminhamento de voluntários para instituições que necessitassem desse tipo de trabalho. “Antes, não tínhamos dados estatísticos ou referencial sobre o assunto. De lá para cá, já encaminhamos 1582 pessoas e temos 2353 cadastradas e capacitadas com cursos direcionados em nosso banco de dados. Acredito que houve uma boa evolução em três anos”, avalia.


Alberane afirma que o CGV faz cobertura para 203 instituições goianas cadastradas, como hospitais, faculdades e centros de assistência social. O coordenador informa um dado interessante: cerca de 80% dos voluntários são mulheres. A escolaridade que predomina é curso superior ou cursando, com 35,48% do total.


A faixa etária da maioria dos voluntários concentra-se na faixa de 46 e 80 anos, com 45,80%. Esse número, de acordo com Alberane, pode ser justificado por se tratar de pessoas geralmente com maior disponibilidade de tempo. A área mais procurada é a social, com 69,96% dos encaminhamentos; o restante é direcionado para saúde.


O coordenador fornece um dado importante: 54% dos jovens brasileiros têm interesse em prestar serviço voluntário, mas não sabem por onde começar. “Nossa função é orientar e formar essas pessoas para prestarem o melhor serviço possível. Hoje estima-se que 14 milhões de brasileiros gostariam de estar no voluntariado. Esse número pode até não ser suficiente para suprir as necessidades do País, mas certamente desafogará bastante os serviços prestados à comunidade”.


Alberane convida as pessoas a conhecerem o trabalho da OVG e a procurarem maiores informações para aumentarem o contingente de voluntários em Goiás. “Trata-se de um trabalho bonito e gratificante. Os profissionais procuram doar tempo, conhecimentos e habilidades em função de quem necessita. É apaixonante e interessante.”


Ele ensina o caminho da roça: quem deseja ser voluntário basta dar uma checada no site da OVG (www.ovg.org.br ou no www.voluntarios.com.br. Lá, poderão ser encontradas as leis que regem o assunto no Brasil.

 

O voluntariado no Estado

 

? Sexo :
feminino: 79,32%
masculino: 20,68%

? Aréa de maior procura :
Saúde: 30,04%;
Social: 69,96%

? Escolaridade :
Fundamental: 24,13%
Médio: 30,05%
Superior: 35,48%

? Faixa Etária :
De 10 a 25 anos: 24,13%
De 26 a 45 anos: 30,05%
De 46 a 80 anos: 45,82%

Fontes : CGV, Trabalho Voluntário - Mónica Corullón
www.voluntarios.com.br

 

______________________________

 

Jornal Diário da Manhã, Coluna Fio Direto, Ivan Mendonça - 04.12.04

Comemora-se amanhã o Dia do Voluntário, área em que a OVG é referência em Goiás.

______________________________

Jornal O Popular, Coluna Giro, Cecília Aires - 04.12.04

Comida - Depois da inauguração do Restaurante Cidadão, em Campinas, a OVG admite criar outro estabelecimento igual para atender o funcionalismo estadual.

 

______________________________

Site de Notícias: www.noticiasdegoias.go.gov.br - 06.12.04

Inscrições ao ProUni começam hoje

Começam hoje as inscrições para concorrer às bolsas do Programa Universidade para Todos (ProUni), instituído pelo Ministério da Educação para possibilitar o acesso de estudantes de baixa renda ao ensino superior. Os interessados podem fazer a inscrição por meio da página do programa (www.mec.gov.br/prouni) na internet. O ProUni vai disponibilizar 105.936 bolsas de estudo para o primeiro semestre de 2005. O número total de bolsas foi definido na sexta-feira, 3, após o encerramento do processo de formalização da adesão das instituições de ensino superior privadas.

O ProUni destina-se à concessão de bolsas de estudo integrais e parciais de 50 % para cursos de graduação e seqüenciais de formação específica em instituições privadas de ensino superior. Podem concorrer às bolsas os brasileiros não-portadores de diploma de curso superior que tenham participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2004 e que atendam a pelo menos uma das condições do programa - ter cursado o ensino médio completo em escola pública ou em instituição privada com bolsa integral; ser portador de necessidades especiais; ser professor do quadro permanente da rede pública de ensino em exercício na educação básica. O professor pode optar somente por cursos de licenciatura ou pedagogia voltados para a educação básica.

O candidato deve optar pela modalidade de bolsa integral ou parcial e por até cinco cursos, turnos ou instituições de ensino dentre as disponíveis. Para concorrer a bolsas em instituições não-beneficentes a renda máxima a ser comprovada é de até um salário mínimo e meio (R$ 390,00) por pessoa do grupo familiar para a bolsa integral, e de até três salários mínimos (R$ 780,00) para a parcial.

As instituições que aderiram ao ProUni ficarão isentas do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica, Contribuição Social sobre o Lucro Líquido, Contribuição Social para Financiamento da Seguridade Social e Contribuição para o Programa de Integração Social. Fonte: MEC/Radiobras.

______________________________

Jornal O Popular, Coluna Arthur Rezende - 05.12.04

Solidariedade


O Projeto Semear foi lançado dia 23 na Fabbrica di Pizza, reunindo cerca de 150 pessoas. O jantar teve renda em benefício do Centro de Reabilitação e Readaptação Dr. Henrique Santillo (Crer). A arrecadação será para diversas instituições de Goiânia, objetivando buscar constantemente o despertar de uma consciência coletiva à diminuição das desigualdades sociais.

 

______________________________

Jornal O Popular, Editoria de Cidades - 05.12.04

CIDADANIA

Falta de comida afeta 47 milhões

Pesquisa do governo federal aponta ainda que quase metade desse contingente vive com meio salário mínimo por mês

Rosane Rodrigues da Cunha

Estimativas do governo federal apontam que 47 milhões de brasileiros não têm qualquer garantia de comida na mesa diariamente. São pessoas que até podem se alimentar em um dia, mas no outro não sabem se terão o que comer. Quase metade desses brasileiros enfrenta uma situação ainda pior: vive com uma renda mensal inferior a meio salário mínimo, está longe de ter uma alimentação adequada com alimentos de qualidade, livres de agrotóxicos e com os nutrientes necessários.

Para Flávio Valente, relator nacional para Direitos Humanos, Alimentação, Água e Terra da Organização das Nações Unidas (ONU), a mudança dessa situação passa não só pela distribuição de alimentos, mas pela garantia do acesso da população à saúde, educação, emprego, moradia e condições dignas de vida.

Segundo ele, cabe ao Estado assegurar esse acesso e à sociedade, que financia as ações do governo por meio do pagamento de impostos, fiscalizar. “O governo tem o dever de trabalhar para reduzir as desigualdades e garantir a justiça social, e a sociedade tem o papel de discutir, apresentar sugestões e cobrar soluções para os problemas sociais”, diz. Ele exemplifica que no combate à fome, ações solidárias, como a distribuição de cestas básicas, muitas vezes podem ser necessárias. “Mas são ações complementares”, declara, ressaltando que o ideal é que as famílias tenham condições de garantir seu sustento e de se alimentar de forma correta.

De acordo com Valente, não adianta a pessoa receber uma cesta básica se esses alimentos vão ser contaminados pela água que abastece sua moradia ou pela falta de condições de higiene no local. Os programas que visam garantir a alimentação do brasileiro, segundo Valente, devem estar associados a outros programas econômicos e sociais. “Pouco adianta termos uma política de distribuição de alimentos se temos uma política econômica com juros que geram desemprego”, observa, ressaltando que as políticas de segurança alimentar e nutricional devem envolver todos os ministérios, todas as esferas do governo.

Participação
A sociedade também deve participar da formulação dessas políticas. Um dos canais de participação é o Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea), um órgão de assessoria dos governos, formado por representantes da sociedade civil e do poder público. O Consea foi criado no ano passado. Em Goiás, os membros do Conselho Estadual foram empossados no dia 2, durante a abertura da reunião dos Conselhos Estaduais de Segurança Alimentar e Nutricional do Centro-Oeste.

Valente, que participou do encontro, diz que neste ano os conselhos avançaram muito, contribuindo, por exemplo, para a elaboração do plano de apoio à agricultura familiar e para o aumento dos recursos destinados à merenda escolar. A expectativa do relator é que essa atuação dos conselho se intensifique em 2005, inclusive com a realização de conferências para deliberar sobre a política de segurança alimentar e nutricional.

______________________________

Jornal O Popular, Editoria de Cidades - 04.12.04

CIDADANIA

Deficientes querem voz ativa

Entidades que representam portadores de necessidades trocaram experiências e discutiram os problemas enfrentados por eles

Patrícia Drummond

Nada sobre Nós sem Nós. O tema deste ano do Dia Internacional do Portador de Deficiência, comemorado ontem, coloca em foco, segundo documento da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), a necessidade de uma participação ativa das pessoas com deficiência no planejamento das políticas e dos programas que afetam sua vida. Com base nas diretrizes deste documento, distribuído em evento realizado na Associação dos Deficientes Físicos do Estado de Goiás (Adfego), lideranças de entidades que representam portadores de necessidades especiais de todo o Estado trocaram experiências e discutiram os principais problemas enfrentados por essa parcela da população.

“Infelizmente, nós, os portadores de deficiência física, ainda enfrentamos um grande obstáculo: a falta de acessibilidade aos meios de transporte. Sem isso, não podemos usufruir integralmente dos nossos direitos”, afirma Maria de Fátima Rodrigues de Carvalho, presidente da Adfego, entidade que possui cerca de 13 mil associados cadastrados, 60% deles cadeirantes. Maria de Fátima ressalta, entretanto, que alguns espaços foram conquistados, como as vitórias na área esportiva, a adaptação de pelo menos 2 mil meios-fios, principalmente no Centro de Goiânia, e as tentativas de adequações dos prédios à lei de acessibilidade. “Nossa luta é incessante e continuaremos cobrando nossos direitos”, acrescenta.

Lucas Afonso da Silva, presidente da Associação dos Deficientes Visuais de Goiás, avalia que a mobilização e a busca por oportunidades no mercado de trabalho, com confiança em seu potencial, são a maior conquista dos últimos dez anos. Na sua opinião, os portadores de deficiência visual estão acreditando mais em si mesmos e esse é o primeiro passo para a inclusão social. “O que ainda falta é a sociedade dar esse mesmo voto de confiança ao deficiente. Não adianta só acreditarmos em nós mesmos e não nos darem as oportunidades necessárias para que possamos mostrar que somos capazes”, pondera.

Para Lucas, o deficiente visual ainda é um dos que mais sofrem discriminação. Segundo ele, a maioria das pessoas imagina que, pelo fato de não enxergar, o portador de deficiência visual não consegue fazer nada. Aos 35 anos, o presidente da entidade é formado em Pedagogia e trabalha como professor. Mas faz uma ressalva: “Só estou empregado porque prestei concurso público. São raras as situações em que o acesso ao trabalho ocorre de outra forma.” De acordo com ele, a busca pela cidadania deve ser o centro da luta dos portadores de necessidades especiais e as associações, unidas, devem continuar cumprindo seu papel nesse sentido.

Estatísticas

Segundo números da Organização Mundial de Saúde (OMS), 10% da população mundial apresenta algum tipo de deficiência. A estimativa é que 50% possuem limitações mentais, 20% limitações físicas, 15% limitações auditivas, 5% possuem deficiência visual e 10%, deficiências múltiplas com causas variadas, como deformações pré-natais, doenças degenerativas, seqüelas de acidentes e de desnutrição. De acordo com o último Censo Demográfico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), realizado em 2000, cerca de 14,5% da população brasileira (aproximadamente 25 milhões de pessoas) é portadora de algum tipo de deficiência.

Em Goiás, o número de pessoas com pelo menos um tipo de deficiência, pelos dados do IBGE, é de 716 mil, o que representaria 14% da população do Estado, atualmente estimada em 5.003.228 habitantes. O mesmo Censo aponta que pessoas com algum tipo de deficiência têm baixos rendimentos e pequena participação no mercado de trabalho. O acesso à educação também é limitado. Enquanto na população com mais de 15 anos sem qualquer tipo de deficiência foram identificadas 115 mil pessoas com 15 anos ou mais de estudo, entre os portadores de deficiência esse número cai para 13 mil pessoas.

Os dados vêm dar respaldo ao objetivo do evento realizado ontem na Adfego, em parceria com a Secretaria Estadual de Cidadania: a busca de soluções para o desenvolvimento integral das habilidades das pessoas portadoras de necessidades especiais, com projetos de capacitação profissional, inclusão social e inserção no mercado de trabalho. Tudo isso passando pelo exercício pleno da cidadania.

Participaram dos debates representantes da Associação dos Portadores de Síndrome de Down de Goiás (Asdown), da Federação das Associações Pestalozzi, do Centro de Reabilitação e Readaptação Henrique Santillo (Crer), do Centro de Orientação, Reabilitação e Assistência ao Enfalopata (Corae), e das Associações dos Surdos (ASG), dos Deficientes Visuais (Adveg), dos Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), dos Autistas e dos Deficientes Físicos (Adfego).

______________________________

 

 

 


HOME :: TOPO

 
 Pesquise no site


 
© 2004 Organização das Voluntárias de Goiás. Todos os direitos reservados.
Rua T-14, nº 249 - Setor Bueno | Fone: (62) 3201-9400