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Quarta-feira, 08.12.04

Pensamento do dia

O amor sempre protege, sempre confia, sempre tem esperança, sempre persevera .”
Apóstolo Paulo

O particípio do verbo trazer é trazido , e do verbo chegar é chegado.

Exemplos:

Se Paulo tivesse trazido dinheiro não tinha problema.

Ah, se você tivesse chegado a tempo...
 
Colaboração: Iracema Dantas

 

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Veja os destaques de hoje:

1. Entrevista com o governador Marconi Perillo
2. OVG na Feira da Solidariedade
3. Programa Universidade para Todos ­­­­­­­­­

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  Jornal Diário da Manhã, Editoria de Política - 08.12.04

Entrevista - Marconi Perillo
Senado na cabeça

Governador diz, em entrevista exclusiva, que pensa e discute com a base sua candidatura a senador; cotado pelo PSDB, não descarta disputar a Presidência da República em 2006

 

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Manoel Rubens

Editor de Economia,

de Seul, Coréia do Sul



O governador Marconi Perillo afirma não ter ainda tomado uma decisão definitiva sobre seu futuro político. Mas admite que o Senado é uma possibilidade. “Tenho pensado e discutido com os meus companheiros sobre o projeto de me candidatar ao Senado da República. Tenho tido muitas manifestações de apoio a projetos desta natureza. Recebido inúmeras sugestões de que eu possa vir a ocupar este espaço”, disse Marconi ontem em entrevista ao DM, enquanto se dirigia para encontro com diretores da Samsung, em Seul, Coréia do Sul, última parada da missão comercial Goiás/Ásia, que desde o dia 17 de novembro percorreu também a Índia, a China e o Japão.


O retorno da delegação goiana para o Brasil acontece hoje. Na bagagem, o governador traz um peso extra: a reforma do secretariado. Segundo ele, não há radicalismo, mas surpresas podem acontecer. “Não desejo fazer uma reforma profunda, apenas algumas adequações”. Ele dá uma dica: “Nós queremos conferir uma importância a partidos como o PTB, o PP, o PSB, o próprio PSDB, a setores do PFL e ao PcdoB.”


Leia, nesta e na página seguinte, os principais trechos da entrevista com Marconi.


Diário da Manhã — Como o senhor acompanha a movimentação para a Presidência da Câmara de Goiânia?

Marconi — Eu tenho acompanhado a distância os episódios que envolvem a Câmara. Não cabe a mim o papel de interferir em eleição de Câmara. Cabe aos próprios vereadores. Se meu partido pedir opinião... E se for essencial... Mas não é papel do governador esta interferência.

DM — E na Assembléia?

Marconi — O Legislativo é independente e autônomo. O Parlamento goiano é composto de parlamentares do maior nível e eu também acho que esta é uma decisão que deve ser tomada por eles.


DM — O sr. aceitaria convite para disputar a Presidência da Repúbica em 2006?
Marconi — O PSDB hoje sempre cita o meu nome entre os quatro que poderiam disputar a eleição presidencial. Sempre são colocados três governadores – de São Paulo, Minas Gerais e Goiás, e o nome do ex-governador do Ceará, o senador Tasso Jereissati. Os nomes que são ventilados pelo PSDB são inclusive os nomes que são sempre citados pelo ex-presidente Fernando Henrique e pelas principais lideranças do partido. É claro que isso me deixa lisonjeado, feliz, porque significa que há um reconhecimento ao meu esforço à frente do governo de Goiás. Mas é um assunto que vai ser tratado no final do ano que vem. Contribuição eu vou dar de qualquer maneira, sendo ou não candidato. Acho que o partido precisa apresentar um bom projeto, sobretudo na área econômica, para o Brasil crescer. O Brasil precisa ter uma visão de futuro; o Brasil precisa ter um projeto ousado de infra-estrutura. Sobretudo quando venho a um país estrangeiro – volto preocupadíssimo com a estagnação do Brasil no setor de infra-estrutura, de projetos nesta área para o futuro; preocupa-me cada vez mais o fato de não termos um planejamento de longo prazo para a infra-estrutura. Os avanços aqui (na Ásia) são grandes demais em termos de infra-estrutura, em termos de tecnologia. Eu vou ficando cada vez mais triste, mais angustiado e mais preocupado em perceber que não há uma estratégia concreta de desenvolvimento da infra-estrutura do Brasil. E a infra-estrutura que existe vai aos poucos se deteriorando. Então, esse é um assunto que precisa ser discutido e eu acho que cabe ao PSDB apresentar um projeto ‘macroestruturante'; um projeto que possa buscar a combinação do crescimento econômico, com taxas de juros mais baixas, mas também mantendo a inflação baixa. Quer dizer, é preciso buscar uma engenharia econômica que possibilite crescimento ao Brasil, com responsabilidade fiscal e responsabilidade em relação à geração de emprego, ao social; enfim, é preciso um plano ousado para o Brasil.


DM — Mas este sempre não foi o discurso do PT? O governo do PT não tem estas preocupações?
Marconi — Não. Goiás, por exemplo, recebeu poucos recursos nos últimos dois anos e estamos sentindo isso. Nós temos problemas nas estradas federais. Estamos pleiteando que se invista mais recursos em Goiás. Sabemos que há um esforço neste sentido, sobretudo da bancada goiana. Mas é preciso que as coisas se concretizem, sob pena de daqui a pouco nós termos um apagão logístico e fiquemos sem condições de escoar a produção. Estamos buscando cuidar bem das estradas estaduais com o programa Terceira Via; estou buscando colaborar com as prefeituras, inclusive tentando arranjar empréstimo internacional para comprarem maquinários em consórcio para cuidarem das estradas vicinais; temos um problema sério com relação às ferrovias. A única que é utilizada hoje para os portos do Sul e Sudeste, que é a Centro-Atântica, tem gargalos sérios e as soluções são muito lentas; a Norte-Sul também caminha devagar. As estradas não estão em boas condições. No caso na Norte-Sul, há um esforço muito grande por parte da Valec, do Ministério dos Transportes, por minha parte, mas as coisas precisam andar com mais rapidez. É preciso ter um plano muito mais ousado, que inclua modernização e desburocratização dos portos; é preciso a melhoria da malha ferroviária nacional; a melhoria das estradas, das ferrovias, hidrovias, me-trôs; no Japão, entre Tóquio e outras oito cidades, existem 700 quilômetros de linhas de metrô; existem mais de dois mil quilômetros de ferrovias de alta velocidade; 28 mil quilômetros de ferrovias num país que tem as dimensões semelhantes às de Goiás – e são moderníssimas. Não conheço história de país que cresça sem investir no sistema ferroviário ou hidroviário. O sistema rodoviário também é importante como sistema complementar, mas não significa progresso. Aqui (Seul) tem nove linhas de metrô. É preciso pensar o Brasil do ponto de vista da logística, da infra-estrutura, do ponto de vista macro-econômico para se ter competitividade. E é preciso pensar o Brasil também em termos de políticas de desenvolvimento humano, que ainda são baixíssimas no Brasil. É preciso buscar elaborar uma proposta – e ao PSDB cabe este desafio – que inclua todos estes segmentos, que garanta competitividade e crescimento ao País.


DM — Este seu descontentamento causa alguma espécie de atrito com o presidente Lula?

Marconi — Não, não causa. Eu acho que é ruim para o Brasil. Goiás tem estas carências e esta dificuldade de acesso com relação aos recursos federais... O governo brasileiro demonstra seríssimas limitações com relação a recursos para investimento porque tem de garantir um superávit primário muito elevado para pagar juros, serviços e amortizações da dívida externa. Então cabe o exame de uma proposta mais agressiva no sentido de se rediscutir o perfil do pagamento da dívida externa do País. Isso precisa ser tratado com muito cuidado para que não haja quebra de confiança de investidores privados e de investidores de organismos multilaterais, como o Banco Mundial.


DM — Outra possibilidade para seu destino político é o Senado. O senhor tem alguma vontade pessoal de disputar o Senado?

Marconi — Todo mundo tem o desejo de colaborar com o País. Agora, isso não é uma coisa pessoal. Se for um projeto partidário, no futuro, eu topo. Isso depois de examinar, aí, apoios. Tem que ser um projeto partidário, um projeto de nação que pudesse entusiasmar, empolgar. Eu particularmente tenho pensado e discutido com os meus companheiros, com a base que me apóia, o projeto de me candidatar ao Senado da República. Este é um assunto que tem sido conversado com meus companheiros. Tenho tido muitas manifestações de apoio a projetos desta natureza. Tenho recebido inúmeras sugestões de que eu possa vir a ocupar este espaço. Não tomei decisão nenhuma ainda, mas é um assunto que tem sido examinado.


DM — Há a possibilidade do sr. aceitar uma mudança de partido para se candidatar à Presidência ou a vice de Lula, por exemplo?

Marconi — Eu recebi vários convites que me deixaram muito lisonjeado e honrado. Foram convites de vários partidos, inclusive para ser candidato a presidente. O último foi o PP, a direção inteira, os deputados foram a Goiás para me levar o convite. Tenho dito e quero reafirmar minha disposição de continuar a construção do PSDB, partido no qual eu estou há 10 anos e que me acolheu com muito carinho, e hoje eu sou o mais veterano dos governadores do PSDB, sou decano dos governadores tucanos, porque nenhum outro tem o tempo de governo que eu tenho. As minhas opiniões são muito respeitadas entre meus colegas governadores dentro do partido. Meu governo inspira muita credibilidade. Temos programas que se transformaram em vitrines para o partido nacionalmente. Meu desejo é continuar no PSDB.


DM — O sr. apóia Henrique Meirelles para sua sucessão?

Marconi — Ele é uma pessoa por quem eu tenho uma profunda admiração. Ele é de uma lealdade muito grande, muito capacitado. É uma pessoa que tem feito um trabalho grande para corrigir os rumos da economia. Ele tem trabalhado muito inclusive no sentido de alcançar padrões que possam permitir a redução de taxas de juros. Mas nós não temos conversado sobre política, até porque, como presidente do Banco Central do Brasil, não cabe discutir projeto político.


DM — Reforma do secretariado é menor do que se possa imaginar ou ainda há surpresas?

Marconi — Não desejo fazer uma reforma profunda, apenas adequações. Algumas podem surpreender, outras não. Eu não pretendo uma reforma radical. É preciso acomodar lideranças regionais, ampliar a participação de quadros políticos que tenham formação técnica, competência, que sejam honestos para que a gente possa dar mais um passo aí no sentido da consolidação do Tempo Novo.


DM — Mas a estratégia já está finalizada?

Marconi — A aproximação é com os partidos que já estão na base. Nós queremos conferir uma importância a partidos como o PTB, o PP, o PSB, o próprio PSDB, a setores do PFL, ao PcdoB, além de todos os partidos que se interessem em participar da consolidação e conclusão do nosso projeto de governo.


DM — Leonardo Vilela e Denise Carvalho estão no entra-e-sai desta reforma?

Marconi — Por enquanto existem muitas especulações. Tenho particularmente um compromisso com as lideranças empresariais goianas, com a Federação das Indústrias, com o Fórum Empresarial, com o fórum das entidades de Anápolis, que a Secretaria de Indústria e Comércio deva ter anapolinos ou com respaldo das entidades empresariais anapolinas.

 

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Site de Notícias: www.noticiasdegoias.go.gov.br - 07.12.04

OVG participa da Feira da Solidariedade

Organização das Voluntárias de Goiás participará da 1ª Feira da Solidariedade que começa hoje e vai até domingo, 12, no Centro de Cultura e Convenções de Goiânia. A instituição terá um estande onde serão comercializados produtos artesanais, móveis, peças ornamentais, confeccionados por usuários das unidades da OVG. Os recursos arrecadados beneficiarão os programas sociais das próprias instituições.

Até sexta-feira, 10, o estande da OVG estará aberto das 14 às 22. Sábado, 11, e domingo, 12, funcionará das 10 às 20 horas. Trinta pessoas atuarão em forma de revezamento para atender o público. Cada unidade contará com um profissional para informar sobre os programas e as atividades. O evento que é organizado pela Arquidiocese de Goiânia é uma iniciativa do arcebispo de Goiânia, Dom Washington Cruz, com objetivo de sensibilizar e difundir na sociedade a solidariedade. O projeto conta com amplo apoio da presidente da OVG, Valéria Perillo.

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Jornal Diário da Manhã, Editoria de Cidades - 08.12.04

Iniciativa
Ações sociais à mostra

Arquidiocese de Goiânia abre hoje Feira da Solidariedade

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Entrada da Feira da Solidariedade, no Centro de Cultura e Convenções (foto: Woodgard)

Gabriela Lima
Editora-assistente de Cidades

Difundir o espírito de solidariedade e, ao mesmo tempo, encontrar meios para a manutenção de centenas de obras de caridade da igreja. Esses são os objetivos da I Feira da Solidariedade, que será aberta oficialmente hoje, às 10h30, no Centro de Cultura e Convenções. O evento, promovido pela Arquidiocese de Goiânia, comercializará mais de mil produtos diferentes. Toda a renda será revertida para projetos sociais públicos e privados.

A exposição segue até o próximo dia 12 e mostra como as entidades podem ajudar na construção de uma sociedade mais justa. O período não foi escolhido por acaso. “Dezembro é mês de Natal, que já traz consigo essa mensagem de solidariedade que nós queremos reforçar, e, assim, criar uma cultura de fraternidade”, diz dom Washington.

Inspirada na tradicional Feira da Providência, da Arquidiocese do Rio de Janeiro, que há 43 anos beneficia milhares de pessoas carentes, o evento goiano estima receber a visita de 80 mil pessoas. Segundo Jeferson de Castro Vieira, membro do Conselho Econômico da Arquidiocese de Goiânia e diretor do projeto, a idéia é adaptar e depois crescer. “Esperamos que essa se torne a maior feira de público da Capital”, diz Jeferson.

A iniciativa já conta com o envolvimento de vários segmentos da sociedade, tendo a participação do artista plástico Siron Franco, criador da marca do evento: um pão e um peixe, símbolos da multiplicação. A idéia da Arquidiocese é envolver toda a comunidade goiana em torno da importância de ser solidário e mostrar o que a sociedade organizada e o poder público fazem em termos de ações sociais.

Participarão do evento várias esferas do governo, organizações empresariais, não-governamentais, veículos de comunicação, federações e fundações, comunidades e congregações religiosas e acadêmicas entre outros organismos. A feira contará com 210 estandes de exposição e dará destaque especial à decoração natalina, produtos religiosos e artesanais, dentre outros.

Evento : I Feira da Solidariedade
Data : de hoje a 12 de dezembro
Local : Centro de Cultura e Convenções de Goiânia

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Jornal O Popular, Editoria de Cidades - 08.12.04

EDUCAÇÃO

ProUni oferece mais de 3 mil bolsas em Goiás

Estudantes carentes que vão ingressar no ensino superior poderão concorrer a 3.261 bolsas integrais e parciais em 33 instituições particulares no Estado

Maísa Lima e Patrícia Drummond

O Programa Universidade Para Todos (ProUni), que abriu na segunda-feira as inscrições em todo o País, oferece, em Goiás, 3.261 bolsas para estudantes carentes. Ao todo, 33 instituições particulares de ensino superior do Estado – algumas delas presentes em mais de uma cidade – aderiram ao programa, envolvendo 19 municípios, várias habilitações e até mesmo cursos a distância, caso da Universidade Norte do Paraná ( veja quadro ).

O programa do Ministério da Educação (MEC), que ainda tramita no Congresso, prevê a concessão de bolsas de estudo integrais ou parciais para cursos de graduação e especialização em instituições com ou sem fins lucrativos. As inscrições serão aceitas até o dia 17, pelo site www.mec.gov.br/prouni . Alunos que não forem selecionados nesta primeira etapa poderão participar de uma nova seleção, onde estarão disponíveis bolsas remanescentes. A inscrição para a segunda etapa deverá ser feita entre 20 e 31 de dezembro.

Para concorrer no ProUni, o aluno deve ter feito o Exame Nacional do Ensino Médio de 2004 e ter renda familiar per capita de até 3 salários mínimos. Todas as instituições credenciadas no ProUni vão oferecer acesso à internet aos candidatos para fazer a inscrição. O ProUni também tem uma rede que coloca à disposição dos candidatos e da comunidade o acesso à internet. Para saber o local mais próximo de sua residência, o estudante deve ligar para 0800616161.

O resultado da seleção será divulgado no dia 20, nas próprias instituições de ensino que participam do programa e pelo endereço eletrônico do MEC. O candidato pode conferir o resultado também em consulta telefônica, pelo 0800616161, mediante a informação do número de inscrição do Enem. Depois da pré-seleção, os candidatos terão de comparecer entre os dias 3 e 20 de janeiro de 2005 para comprovação das informações prestadas na ficha de inscrição.

A pré-seleção que o MEC fará dos estudantes inscritos no ProUni será baseada no questionário socioeconômico do Enem 2004. A instituição de ensino superior (IES) privada que quiser analisar o conteúdo educacional dos candidatos às bolsas terá de fazer sua própria seleção. “Neste caso, devem ser aplicadas provas discursivas de matemática, língua portuguesa e redação. É isso que a maioria das IES vai fazer”, acredita o presidente da Associação das Mantenedoras do Ensino Superior de Goiás (Amesg) e diretor da Faculdade de Iporá, Décio Corrêa Lima.

Além do processo seletivo interno, outra opção das IES para definir quem será beneficiado com as bolsas do ProUni é a nota que o candidato obteve no Enem 2004. A Amesg defende que o ProUni seja ampliado aos estudantes que já ingressaram no ensino superior privado e não conseguem pagar as mensalidades. (com Agência Estado)

Mudanças levaram à adesão

Quando o Ministério da Educação (MEC) instituiu o Programa Universidade para Todos (ProUni), por meio da Medida Provisória (MP) nº 213, de 10 de setembro de 2004, a reclamação foi geral. A idéia nem tinha saído do papel e já era bombardeada por reitores do País inteiro. Hoje, o quadro é outro. O MEC flexibilizou alguns pontos da proposta para atender às Instituições de Ensino Superior (IES) e o resultado é que, até agora, mais de 1,1 mil instituições privadas já aderiram ao ProUni, cujo desafio é promover a inclusão social através de uma política de reserva e distribuição de vagas. As principais mudanças foram o fim da obrigatoriedade (a IES que não aderisse seria excluída do Financiamento Estudantil – Fies) e a redução do número de vagas destinadas ao ProUni, que caiu de 20% para 10%.

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