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Quarta-feira, 03.11.04

Pensamento do dia

Falar sem pensar é o mesmo que atirar sem mirar .”
Provérbio espanhol

Quando o sujeito for a expressão um ou outro , o verbo ficará no singular.

Um ou outro esteve à sua procura.

 

 

 
Colaboração: Iracema Dantas

 

CLIPPING

Veja os destaques de hoje:

1. Valéria Perillo na entrega do Prêmio Celg de Artes Plásticas
2. Menina que escreveu a Batista Custódio recebe cheque-moradia do governador Marconi Perillo e sonha ganhar brinquedos
3. O casamento de Fernando Cunha
4. OVG comemora 57 anos
5. Valéria Perillo em evento social
6. As vantagens do parto normal
7. Crer sedia eventos na área de saúde
8. Valéria Perillo recebe catálogo de artesanato
9. Ação Global

Jornal Diário da Manhã, Coluna Fio Direto, Ivan Mendonça
- 30.10.04 -

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Da primeira-dama Valéria Perillo (foto), na entrega do Prêmio Celg de Artes Plásticas: “Já que estamos às vésperas da eleição, que as pessoas saibam escolher o próximo prefeito. Queremos que elas pensem, pois Goiânia não pode voltar a um retrocesso.”

 

Jornal Diário da Manhã, Editoria de Cidades - 30.10.04

Habitação
Sonho realizado

Menina escreve carta a Batista Custódio, sensibiliza o governador Marconi Perillo e ganha cheque-moradia para construir casa

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Marconi Perillo posa para foto ao lado de Renata, Edineida, Luciano Batista e Cristiano: família diz que governador é carinhoso

 

Flávia Lelis


O sonho de ter uma casa para morar da pequena Renata Ferreira da Conceição, 10, estudante, será realizado pelo governador Marconi Perillo. A menina escreveu uma carta ao editor-geral do Diário da Manhã , jornalista Batista Custódio, que comoveu o governador. “Vi meu pai e minha mãe catar lixo para nos dar de comer. Por isso resolvi pedir ao senhor (Batista) para que interceda junto ao governador (Marconi Perillo)”, disse a estudante, em um trecho da carta que foi publicada na última quinta-feira.


O editor-geral do DM acompanhou a família Ferreira da Conceição ao gabinete do governador. “Tinha ido ao Sul, Porto Alegre e Curitiba, e, quando cheguei em Goiânia, peguei o jornal e li a sua cartinha; fiquei muito emocionado e sensibilizado”, disse Marconi.

O governador elogiou a iniciativa da estudante e concedeu à família Ferreira um cheque-moradia no valor de R$ 4 mil. “Me sensibilizo muito com as famílias que precisam do poder público, com os apelos da sociedade. A criança, quando chega a fazer uma carta desta, é porque realmente percebeu a importância do gesto de ajudar nos problemas familiares”, disse Marconi.


Renata, que tem problemas na fala, mora com os pais, Edineida, 32, e Luciano, 42; e o irmão Cristiano, 14, em um barracão de três cômodos, no Setor Colina Azul, em Aparecida de Goiânia. O local estava abandonado e, segundo conta Edineida, o proprietário do imóvel cedeu a casa para que eles morassem por seis meses. “Depois do prazo, procurei o dono e ele disse que o aluguel seria de R$ 80. Mesmo assim, não temos condições”, explica.

Recentemente, a família ganhou um lote da Prefeitura de Aparecida no município. Com o cheque-moradia, as obras da nova casa começam em breve.


Carinho – A estudante estava ansiosa enquanto aguardava na ante-sala do gabinete da Governadoria, no Palácio Pedro Ludovico, no Centro Administrativo. Renata disse que pela primeira vez pôde andar em um elevador. “O governador é muito carinhoso”, disse Renata, depois de muitos beijos e abraços ao final do encontro.


O presidente da Agência de Habitação, Álvaro Lourenço, a pedido do governador, enviou uma equipe à residência de Renata – no mesmo dia em que a reportagem foi publicada – para que fosse feita uma verificação das necessidades da família. “No mesmo dia ela foi enquadrada; hoje (ontem), estou recebendo o restante da documentação, e, quinta-feira, ela receberá o cheque-moradia”, garante. A mãe, Edineida, pediu ao governador o salário-escola, que o autorizou de imediato.

Família passou por drama

Pais sofreram com álcool, fome e desemprego, mas deram a volta por cima

A história de vida da família Ferreira da Conceição emociona. O pai de Renata, Luciano Batista, foi menino de rua, fugiu de casa aos 9 anos porque era espancado pelo pai alcoólatra. A mãe, Edineida Ferreira, teve história semelhante: foi abandonada pelos pais e se prostituiu aos 10 anos.


Luciano e Edineida se conheceram na rua e juntos se embebedavam para esquecer a fome. Luciano procurou emprego, mas a falta de estudo e de qualificação fazia com que o sonho da independência ficasse cada vez mais distante. “Eu bebia muito, e meu esposo também. A gente hoje sabe o quanto é importante ter uma família estruturada. Me converti e aceitei Jesus há 3 anos. Depois disso, minha vida mudou”, diz Edineida.


Grávida do terceiro filho, Edineida recorda que dormia em um pedaço de papelão. “Já passei fome. Foi uma fase horrível. Eu olhava para minha filha e ela dizia: ‘Mãe, hoje não tem nem um lanche pra gente lanchar' (suspiro). Isso dói muito”, fala.


Quando o desespero batia, Luciano conta que revirava o lixo em busca de algo para levar a seus filhos. “Não tenho vergonha de dizer; várias vezes eu e minha esposa catamos restos de verduras e de carne no lixo.”


Jéssica, 13, irmã de Renata, foi entregue a uma família de pastores há dois anos. Ela estava sendo assediada por um homem com idade superior à de seu pai, Luciano. “Pedi a meu pastor que a acolhesse em sua casa, pois, além de estarmos passando necessidades, esse homem não a deixava em paz”, conta Edineida.

Veneno para tentar suicídio

Desempregado, sem ter o que dar de comer aos filhos, o pai de Renata Ferreira, Luciano Batista, preparou um copo com veneno. Ele foi impedido de cometer o ato pela esposa. “Se chegasse um pouco depois, seria tarde demais”, conta Edineida.


Luciano disse ainda que pensou até mesmo em vender um de seus rins. “Me lembro que estava com o aluguel atrasado e a dona do imóvel nos despejou num dia de chuva. Saímos com fome, e esse foi o dia mais triste da minha vida”, afirma Luciano.


Edineida revela que não sabe precisar em quantos lugares morou. Ela diz que a vida nômade fez com que os estudos de seus filhos ficassem prejudicados. “O Cristiano tem 14 anos e ainda não sabe ler e escrever; a Jéssica tem 13 anos e está na 3ª série; e a Renata, de 10 anos, está na 1ª série.”


Brinquedos — Presentear os filhos no Dia das Crianças e no Natal nunca foi possível. Luciano conseguiu um emprego de porteiro e agora a família conta com R$ 350. “Este trabalho nos trouxe a dignidade. Quero ver se consigo comprar no Natal uma roupinha pra eles. Nunca pude dar uma boneca às minhas filhas.”


Edineida Ferreira disse que o sonho de ter uma moradia virou realidade. “Hoje, nossa vida está mudando. Meu esposo arrumou um emprego. Ganhamos esse lote (em Aparecida de Goiânia), e agora vamos poder morar lá. Quero dizer pro senhor Batista (Custódio, editor-geral do DM ) que ele tem um coração muito grande.”

 

Jéssica quer ser advogada, Cristiano pretende se formar em Medicina, Renata ainda não se decidiu. “Eu sempre digo para eles: ‘Sejam humildes e honestos'. Por pior que seja a situação, há sempre de haver um dia melhor”, conclui Luciano.


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  Jornal O Popular, Editoria de Política - 30.10.04

O casamento de Cunha


O secretário de Assuntos Institucionais, Fernando Cunha, casou-se ontem à noite com Terezinha Caixeta. Entre as centenas de convidados, marcaram presença, como padrinhos do casamento, o governador Marconi Perillo e o vice-governador Alcides Rodrigues Filho, com suas mulheres. A cerimônia foi na Mansão Cristal, que ficou lotada de amigos e familiares do casal, autoridades do governo e parlamentares.

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Jornal Diário da Manhã, Editoria de Política - 31.10.04

Cerimônia
Casamento de Fernando Cunha

Da Redação


O semblante era de quem se casava pela primeira vez. Sorriso de uma orelha a outra, disposição de um jovem de 20 anos e olhar de quem estivesse de frente para o primeiro amor da vida. Estas eram as descrições de quem esteve na noite de sexta-feira na casa de festas Mansão Cristal (Jardim Goiás) para acompanhar o segundo casamento do secretário estadual de Assuntos Institucionais, Fernando Cunha, 68, com Terezinha Caixeta (60).


“Parodiando Brizola; você não sabe o que é o amor aos 70 anos”, comenta sorrindo Fernando Cunha. A felicidade do secretário inspirou até um dos padrinhos, o governador Marconi Perillo, ao citar em discurso um famoso verso do poeta português Fernando Pessoa para elogiar Fernando pela motivação em se unir a outra pessoa novamente.


“Vou citar aquela conhecida frase do poeta Fernando Pessoa - ‘Tudo vale a pena desde que a alma não seja pequena' - como significado do exemplo que você (Fernando Cunha) dá para nós”, disse ao lado da primeira-dama Valéria Perillo.


O casamento de um dos braços direitos do governador reuniu o vice, Alcides Rodrigues, e a esposa, deputada estadual Raquel Rodrigues – também padrinhos. Além de quase do todo o primeiro escalão estadual, a senadora Lúcia, o ex-governador Mauro Borges, deputados federais, estaduais e prefeitos.

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Jornal Opção, Coluna Poderes - 31.10 a 06.11.04

Festa na OVG


A presidente da Organização das Voluntárias de Goiás (OVG), Valéria Perillo, comandou na quarta-feira, 27, uma série de atividades culturais e artísticas que marcaram os 57 anos de existência da entidade, que durante este período esteve à frente das principais ações sociais e de assistência à filantropia em Goiás.


A presidente da OVG aproveitou para comemorar os novos programas que foram incluídos a partir de sua gestão à frente da entidade: Restaurante Cidadão, Centro de Convivência Sagrada Família, para idosos, Oficinas Educacionais Comunitárias, para jovens e adolescentes, Unidade de Produção de cadeiras de roda, enxovais, malhas compressivas e fraldas descartáveis, Centro Goiano de Voluntários, Bolsa Universitária, Meninas de Luz, Natal na Praça, Criança Brincando o Natal e Informática ao Alcance de Todos.


Entre as comemorações, Valéria Perillo aproveitou para informar que a segunda unidade do Restaurante Cidadão, em Campinas, entra em atividade no mês de dezembro, devendo repetir a qualidade do serviço que marca a unidade em funcionamento na Avenida Goiás, servindo almoço a um real.

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Jornal Tribuna do Planalto, Coluna Circuito, Rosângela Motta - 31.10 a 06.11.04

 

 

Compenetradíssimos na noite de quinta, 28, durante a entrega da segunda edição do Prêmio Celg de Artes Plásticas: primeira-dama Valéria Perillo, Denise Vasconcelos Loureiro e José Paulo Loureiro

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Jornal O Sucesso, Coluna Agenda Vip, Jô Almeida - 31.10 a 06.11.04

 

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Jornal Tribuna do Planalto, Editoria de Comunidades - 31.10 a 06.11.04

Parto Normal

Segurança para mãe e bebê

Índice de cesarianas no Brasil chega a 40%, quase o triplo do recomendado. Saiba por que é melhor evitar uma cirurgia

Lucimeire Santos

É com um olhar atento e preocupado que a adolescente P. F. A. ouve as orientações do obstetra Luiz Carlos Pinheiro, na Maternidade Nascer Cidadão, no Jardim Curitiba, região noroeste de Goiânia. O médico tenta convencer a gestante, de 16 anos, sobre as vantagens de se fazer um parto normal. "Você não precisa ter medo. O povo sempre aumenta os riscos. Mas não vai ficar sozinha. Tem sempre alguém com quem pode se comunicar", explica.

Apesar da ansiedade da primeira gravidez, que veio sem nenhum planejamento, a adolescente se diz preparada para enfrentar o desafio. O estímulo vem da própria mãe, que, aos 32 anos, tem três filhos – dois deles, nascidos de cirurgias cesarianas. Na Maternidade Nascer Cidadão, as cerca de 260 mulheres que fazem a consulta do pré-natal diariamente são estimuladas a passar pelo processo natural de parto desde a primeira consulta. Para isso, também há o incentivo à participação paterna em todas as etapas, além da garantia do acompanhamento de um parente ou amigo durante o processo.

Os métodos tentam mudar estatísticas consideradas preocupantes pelo Ministério da Saúde: a média de cesarianas no Brasil corresponde a 39% do total de partos realizados. No Centro-Oeste, a taxa chega a 40%. A média recomendável pela Organização Mundial de Saúde (OMS) é 15%. Ao lançar uma campanha de incentivo ao parto natural, o Ministério da Saúde reforçou que sua posição não está relacionada à contenção de gastos – uma cesariana, no Sistema Único de Saúde (SUS), custa R$ 402, enquanto o parto normal não passa de R$ 291 – e, sim, aos riscos advindos da cirurgia.

Banalização
Médicos ouvidos pela Tribuna do Planalto confirmam que há uma banalização da cirurgia, recomendada apenas quando o parto normal pode colocar em risco a vida do bebê ou da mãe. A intervenção cirúrgica, em muitos casos, pode significar desconforto no pós-parto e recuperação lenta e dolorosa. Segundo o Ministério da Saúde, as cesáreas provocam de três a 20 vezes mais mortes maternas do que o parto normal.

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Cultura elitista privilegia cesariana

O elevado índice de cesarianas está associado ao modelo obstétrico brasileiro, que, principalmente após a década de 60, tem se caracterizado pelo alto grau de medicalização. Neste modelo, o médico é o único responsável pelo atendimento durante o trabalho de parto e a figura da parteira é eliminada.

O chefe da Divisão Médica do Hospital Materno Infantil, uma das unidades de referência em Goiânia, Weuler Alves Ferreira, explica que se estabeleceu na sociedade brasileira uma cultura elitista da saúde, que faz com que, nas clínicas privadas, a ocorrência dos partos com intervenção cirúrgica sejam mais freqüentes, já que os pais programam com os médicos o dia considerado ideal. "A paciente do SUS não tem a oportunidade de escolher. Ela chega, é atendida e o serviço vai oferecer o que é necessário para conduzir o quadro dela da melhor forma. Se ela tem uma complicação que impede um parto normal, vai ser submetida a uma cesariana. Do contrário, não", argumenta.

Para o parto normal, é fundamental que se tenha o desejo da gestante. No entanto, segundo o obstetra Luiz Carlos Pinheiro, existe também um problema de ordem econômica. "Por causa do achatamento dos salários, os médicos cada vez mais estimulam as pacientes a realizarem as cesarianas. Com três ou quatro empregos, a cirurgia é mais vantajosa por causa do tempo. Para se fazer um parto normal, muitas vezes o médico tem de cancelar um plantão. No caso cesariana, ele pode programar o melhor horário", explica.

Outro fato observado pelos profissionais é que, no Brasil, em caso de processos médicos envolvendo complicações do parto, é mais fácil o obstetra ser responsabilizado por ter optado pelo parto normal ao invés da cirurgia. "Na Europa, geralmente se é processado porque uma cesariana significa mutilação", diz Pinheiro.

Saiba mais

Benefícios do parto normal

Recuperação mais rápida da mulher e redução dos riscos de infecção hospitalar.

Baixa ocorrência de problemas respiratórios para o bebê.

Possibilidade de se estabelecer um vínculo mais rápido entre mãe e filho, já que, logo após o parto, ela já terá condição para tomar conta do bebê.

Esteticamente, a mulher não ficará com uma cicatriz no abdômen.

Riscos da cesariana

Na cesariana, é mais comum a ocorrência de infecção e hemorragias, além da possibilidade de abertura acidental de algum órgão, como bexiga, uretra e artérias.

A gestante pode, ainda, ter problemas de cicatrização que podem afetar a próxima gravidez.

A incidência de morte materna associada à cesariana é 3,5 vezes maior do que no método natural.

No futuro, caso a mulher precise de uma cirurgia de emergência, seu abdômen será mais difícil de ser perfurado.

Possibilidade de o bebê nascer prematuro.

Do ponto de vista financeiro, o valor de uma cesariana é superior ao de um parto normal.

Fonte: Ministério da Saúde e médicos ouvidos pela Tribuna do Planalto

Casos em que a cirurgia é indicada

Foram os problemas de hipertensão que levaram a dona-de-casa Cacilda Maria de Jesus, 42 anos, a procurar o Hospital Materno Infantil, em Goiânia, onde, na semana passada, teve seu terceiro parto. Apesar do desejo de que fosse normal, por causa da idade, dos problemas de saúde e de um aborto espontâneo anterior, foi obrigada a passar pela intervenção cirúrgica.

Ela se enquadra em um dos casos em que os especialistas indicam a cesariana. O Ministério da Saúde recomenda que a cirurgia seja feita quando há a chamada “desproporção céfalopélvica”, que ocorre quando a cabeça do bebê é maior do que a passagem da mãe; quando há hemorragias no final da gestação ou ocorrência de doenças hipertensivas na gestante. Em casos em que a mãe apresenta diabete gestacional, ruptura prematura da bolsa d'água ou é portadora do vírus HIV, a cirurgia também é indicada.
Mesmo no Hospital Materno Infantil, especializado em casos considerados graves, o chefe da Divisão Médica da unidade, Weuler Ferreira, considera positivo o fato de ainda haver um grande índice de partos normais realizados – segundo ele, uma média 50% do total. Já na Maternidade Nascer Cidadão, apesar do estímulo ao parto humanizado, o diretor-técnico da unidade, Sebastião Leite, afirma que ainda existe um índice alto de cirurgias – em torno de 25%. Ele utiliza esse argumento também para se defender das denúncias feitas pelos vereadores Cláudio Meirelles (PL) e Maurício Beraldo (PSDB) de que a maternidade estaria promovendo um retardamento do processo de parto e, com isso, aumentando o número de mortes neonatais. "De quatro anos para cá, foram apenas 29 mortes. As pessoas, por interesses diversos, levaram os casos à polícia como se tivesse morrido bebê na maternidade. Foram feitas investigações do Ministério Público e do Conselho Regional de Medicina. Nosso índice é o mais baixo da Capital e do Brasil", reitera.

Partos na Rede Pública

•  Dados Nacionais/ Cesarianas 2000 2001 2002 2003

•  Total
156.397 171.406 187.610 219.684 735.097

•  Dados Nacionais/ Partos Normais 2000 2001 2002 2003

•  Total
648.319 661.914 688.359 715.555 2.714.147

•  Dados Nacionais/ Cesarianas e Partos Normais 2000 2001 2002 2003

•  Total
804.716 833.320 875.969 935.239 3.449.244

Fonte: Coordenação-Geral de Suporte Operacional de Sistemas do Departamento de Regulação, Avaliação e Controle (DERAC) - Ministério da Saúde

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Jornal da Imprensa, Editoria de Saúde - 31.10 a 06.11.04

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Jornal O Popular, Informe Sebrae Goiás em Revista - 02.10.04

 

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Jornal da Imprensa, Editoria Geral - 31.10 a 06.11.04

 

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Jornal O Popular, Informe FIEG - 02.11.04

 

 

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Jornal O Popular, Coluna Giro, Jarbas Rodrigues Jr. - 03.11.04

 

Ação Global – Sábado, mais uma edição do projeto Ação Global, no Sesi da Vila Canaã, das 8 às 17 horas. Realização da Fieg em parceria com a TV Anhanguera/TV Globo e OVG.

 

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Jornal Diário da Manhã, Coluna Fio Direto, Ivan Mendonça - 03.11.04

Em parceria com a Organização das Voluntárias de Goiás, o Sesi promove Ação Global, sábado, na Vila Canaã .

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